A dor na alma não se vê? Apetece chorar, Choramos. E a dor na alma não se vê? Apetece rir, Rimos. E a dor na alma não se vê? Nas lágrimas estão espelhadas a dor. A dor da tristeza. A dor da alegria. Sim. A alegria é feita de dor. Apetecia-me chorar, (...)
Quando a judicialização da mentira é o pão nosso de cada dia, basta olhar para as decisões dos juízes nos grandes e pequenos delitos, hoje devíamos comemorar o dia da verdade. A publicidade da mentira ao longo do ano através das várias bocas: família, (...)
Estavam a medi-las? As línguas. A medir as línguas. Não vejam malícia onde ela não existe, está bem? Tanto a língua de um como a do outro parecem que ficam com vida própria para criar momentos embaraçosos colocando os meios de comunicação em alvoroço para (...)
Portugal é um país envenenado. A sociedade portuguesa está a morrer aceleradamente devido à praga dos extremos. Os cogumelos venenosos estão a propagar-se de forma infestante, invadindo sem o pingo de vergonha todos os locais e ambientes da nossa vida quotidiana. São (...)
A Páscoa foi feliz? As datas de celebração profana e religiosa são eventos profundamente cantados pela hipocrisia. Deixou de ser tendência, enraizou-se esta canção. Nas procissões a celebrar o calvário e sacrifício de Jesus apenas as santas e santos de pau ou (...)
Não há luar como o de Janeiro. Também é verdade que não há políticos recauchutados como os de Portugal. Cada vez que aparecem na caixinha mágica são uma lua nova, prontos para enterrar o passado, principalmente o de má memória, e começarem uma nova fase de (...)
Quando ouvi o discurso de Natal à Nação do Primeiro-Ministro demissionário, António Costa, pensei: " tenho uma fotografia que personifica a ladainha psicótica e manipuladora desta figura do Estado": nós somos a pedra e o António Costa a erva viçosa.
Na escuridão há sempre uma luz a brilhar. Apesar de só darmos por ela muitas vezes tardiamente. Nas nossas escuridões que moram demoradamente no nosso coração e na nossa mente, temos sempre um ponto a emanar luz intensa capaz de ofuscar as maiores e mais graves (...)
As palavras são as flores. As acções são as abelhas. As acções sobrevivem às palavras. As palavras dão fôlego às acções. As acções alimentam-se das palavras. As palavras dão de beber às acções. As acções ganham asas com as palavras. As palavras (...)