P&O na Planície: Bom Fim de Semana 145: A primeira semana do mês nove está passada. Nos próximos anos, esta semana será relembrada pelo desesperante e mortífero descarrilamento de uma das composições do histórico ascensor e eternizado numa canção do (...)
P&O na Planície: Bom Fim de Semana 144 = Não há palavras. Diz-se: pouco há a dizer, pouco há a escrever. Por vezes, não há mesmo palavras capazes de demonstrar o sofrimento como descrevem as lágrimas a escorrer inconscientemente pelo rosto. Na flor da idade: (...)
P&O na Planície: Bom Fim de Semana 143 = A semana ficou marcada com as várias demissões em catadupa para os lados da RTP e com as possíveis mudanças na lei da nacionalidade, porém os meus candeeirosda rua inúteis durante o dia vão ser outros. Há pessoas com (...)
Portugal é um país envenenado. A sociedade portuguesa está a morrer aceleradamente devido à praga dos extremos. Os cogumelos venenosos estão a propagar-se de forma infestante, invadindo sem o pingo de vergonha todos os locais e ambientes da nossa vida quotidiana. São (...)
Para desenjoar dos croquetes made in Rock in Rio... ... está na hora de resgatar o ovo estrelado do esquecimento das mesas das familias portuguesas. "Deslarguem" o croquete. Usem azeite para estrelar os ovinhos. Em Portugal os fritos querem azeite, deixem o óleo para os (...)
P&O na Planície: Bom Fim de semana 139 = Pensar! Ao pensar previne muitos equívocos, não colocaria Gerações contra Gerações. Faz falta pensar. Todos sem excepção deviam pensar mais nas consequências pelo facto de não se pensar: os cidadãos e (...)
P&O na Planície: Bom Fim de Semana 138 = ao dia 7 do mês de Abril assinala-se o dia nacional dos moinhos. O moinhode vento sem velas não consegue mandar para longe as vozes insistentes na revogação da lei do aborto e agora da morte medicamente assistida. Devem (...)
Peço-vos o seguinte: com os olhos fixos na imagem comecem a fechar os olhos lentamente. O que vêem? Desejo a todos a vós uma semana mágica e cheia de imagens bonitas transmitidas pelos olhares cruzados na nossa rotina diária, nunca esquecendo dos olhos tatuados no (...)
Não há luar como o de Janeiro. Também é verdade que não há políticos recauchutados como os de Portugal. Cada vez que aparecem na caixinha mágica são uma lua nova, prontos para enterrar o passado, principalmente o de má memória, e começarem uma nova fase de (...)