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Perspectivas & Olhares na planície

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P&O na Planície: Bom Fim de Semana 63

 

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P&O na Planície: Bom Fim de Semana 63 = Recordando o Sócrates português: “porreiro, pá!” Portugal vai receber a futebolada milionária, isto é, a fase final da Liga dos Campeões. Vai ser só golos de cabeça  à Covid-19.

Ninguém demonstrou grande entusiasmo em  se propor receber esta competição, sem ser os papalvos festeiros do costume. A comissão de festas que nos governa não escondia a enorme alegria pelo feito conseguido.

O “Chairman” da comissão de festas, Marcelo Rebelo de Sousa, não disfarçou a alegria histérica numa cerimónia ridícula a morder os calcanhares do populismo, eis as frases:

 

Por sua vez, o “CEO” da comissão de festas, António Costa, não quis ficar fora da competição da falta mais fiteira para ganhar um penalty:

 

Obviamente que não podia deixar de lado o “COO”, Fernando Gomes, o Paulo Futre sonhou que aterrariam charters com chineses. Mas, foi o Fernando Gomes que operacionalizou  a chegada de charters de jogadores da liga milionária, possivelmente, com o vírus chinês na bagagem: Quando o país e os portugueses deixam de lado invejas e lutas estéreis, quando o coletivo percebe que ganhar não é um trabalho solitário, dias como os de hoje acontecerão mais vezes."

 

Finalmente, aparece o CMO, Fernando Medina, que não conseguiu ainda transformar Lisboa numa Disneyland, porém caminha para lá dado que já anda à solta a ilusão e o mundo fantasioso em todas as ruas da capital portuguesa:

 

Na plateia a assistir ao mastro em tempo de santos populares organizado pela comissão de festas está o Rui Rio que falou e disse: "O facto de se realizar em Portugal acho bem, acho que é positivo para Portugal, mesmo sem público."

Será caso para concluir que: já que não os consegue derrubar, junta-se a eles!

 

São oito dias de futebol (o Governo a praticar imoralidades à vontade) e a final da Liga dos Campeões será no Estádio da Luz, como não podia deixar de ser!

Mais nada, assim é que é satisfazer todos os altares: hotelaria, popularidade do Governo, Presidente da República, o Presidente da Federação Portuguesa de Futebol e a Nação Benfiquista.

 

[esclarecimento: letra maiúscula porque temos de reconhecer que esta Nação tem mais simpatizantes/habitantes do que a Nação de Portugal. Não sei se é o INE que não sabe quantos portugueses somos no solo de Portugal ou se são os Benfiquistas que não sabem fazer somatórios. O Mário Centeno é excepção, faz contas de dividir e subtrair com uma “pinta do caraças”; ah afinal não é excepção, não consegue somar 2+2 sem errar: o Ronaldo das Finanças jura que é 3.]  

 

No meio desta sufocante maquilhagem da realidade sobre a pandemia em Portugal, felizmente, internacionalmente muitos colocam o travão: Há 17 países que recusam ou impõem limitações à entrada de portugueses. São uns alucinados vesgos diz o CEO António Costa: “olham para o número de novos casos e acham que esse é o critério fundamental.” Para além de termos a Liga dos Campeões ainda somos campeões na testagem à Covid-19, dos últimos diria eu, o CEO de dedo em riste: “países que têm um terço dos testes feitos não se podem comparar a Portugal.

Se os turistas do Brasil viessem não eram autorizados a entrar em Portugal, não havia problema.  Agora quando somos nós que estamos na mira: a estória é outra; depois fazem substituições na estória para garantir o empate.

 

Começa a nascer em mim um ódio visceral por este Governo e este Presidente da República. Os meus olhos começam a raiar de sangue com tanta raiva quando vejo estas pessoas na televisão… Como já me conheço, quando nutro ódio por alguém, passada a fase da irritabilidade furiosa, segue-se a fase do sentimento de indiferença: a pessoa pode estar a falar que já não me importa, já me é indiferente. Espero que esteja de abalada este Governo quando eu estiver nessa fase! O Marcelo Rebelo de Sousa quando iniciar o segundo mandato decorativo, serão para mim totalmente indiferente as suas acções, as suas palavras, a sua presença em tudo o que é lado. Serei mais feliz, portanto.

 

Até chegar lá. Pedia Stop.

Stop aos disparates do Marcelo Rebelo de Sousa. Como pode ter aquela retórica de chorrilhos de inverdades despropositadas, tolices atrás de tolices. Estava a fazer  stand up comedy de mau gosto, não se riu muito, valha-nos isso!

 

[O Primeiro-Ministro José Sócrates vivia no país das maravilhas, este Presidente da República vive em Marte com os marcianos?]

 

Stop às graçolas irresponsáveis e sem graça nenhuma do António Costa. Os jogos de uma competição para presentear os profissionais de saúde? O Primeiro-Ministro devia ser chamado de…. (escolham o adjectivo, a frase que  melhor o caracteriza, já escolhi a minha.)

 

[E os operadores de supermercado, os motoristas dos camiões que abasteciam os supermercados, os bombeiros, as forças de segurança…. discriminação entre trabalhadores foi o que o Chefe de Estado potenciou.]

 

Stop. Stop. Stop.

 

Perante as declarações dos nossos políticos que têm as rédeas do país devíamos ter a mesma coragem dos franceses: “Governantes franceses visados por queixas-crime na gestão da crise de covid-19.

Os franceses justificam as queixas com os seguintes argumentos: ”alegam que os governantes colocaram em perigo a vida de terceiros, não prestaram assistência a pessoas em perigo, e referem mesmo o crime de homicídio involuntário.”

 

Não sofreremos da mesma incúria?






 

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