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Perspectivas & Olhares na planície

Perspectivas & Olhares na planície

Afinal o Aeroporto de Beja tem tido utilidade!

Tive conhecimento do seguinte: o Aeroporto de Beja tem servido não para aterrar aviões, mas para os examinadores do IMT passearem os carros das escolas de condução no decorrer do exame prático de condução.

É um luxo ter um aeroporto vazio cativo para os examinadores do IMT.

 

Percursos definidos em aeroportos para realizar a prova  prática de aptidões e comportamentos, não sei se será  caso único a nível nacional, mas fará sentido? Ainda bem que não há um Centro Comercial Colombo em Beja, porque se  houvesse estas excelentíssimas mentes brilhantes  eram bem capazes de “magicar” um percurso de exame para os instruendos irem dar uma voltinha ao estacionamento do Colombo e executar as magníficas manobras de condução.

 

(Não faziam, pois seria invasão de propriedade privada, no caso do aeroporto como é público e está “abandonado” fazem-se estas brincadeiras intelectuais)

 

Dou graças aos céus por Beja não ter uma Marina com a mesma sorte decorativa do real Aeroporto de Beja, ou seja, sem barcos… seria mais um percurso à disposição para fazer a sempre emocionante manobra de inversão de sentido de marcha num aclive/declive ou seria mais adequada para a manobra de contorno de passeio em marcha-atrás?!

2 comentários

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    /i. 30.10.2019

    Olá, Vorph.
    Sim, tens toda a razão. Beja parou no tempo e há muito tempo. Não de agora. Só que disfarçava...

    A Cimbal livrou-se do Museu e Cm de Beja ajudou à festa, quando se vive a época da descentralização de serviços, mandaram para a alçada do Ministério da cultura e claro para direcção regional da cultura que fica em Évora.
    O Museu sempre um peso que ninguém queria carregar e disputas... Pois como era da cimbal todos os municípios que pertence à dita tinham de dar dinheiro, muitos não davam pois o museu fica em Beja, eles que financiassem. Nunca houve definido um plano de gestão e estratégico para valorizar osc recursos humanos, o espólio e a sua conservação.
    Mas, a Cimbal não acaba ou vende o diário do alentejo. É o único jornal público do país ( até o da Madeira foi vendido).

    A massa crítica é para conseguir a sua sobrevivência, se é que me faço entender. Foram muitos anos de foice e martelo. E as pessoas conformam-se.




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