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Perspectivas & Olhares na Planície

«Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.» Paulo Freire

Perspectivas & Olhares na Planície

«Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.» Paulo Freire

Acontecerá apenas no Facebook de Serpa Terra Forte?

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A manifestação promovida pelo Sindicato afecto ao PCP aconteceu no sábado que passou e espero que tenha sido um sucesso, porém o que questiono é o meio utilizado para a divulgação desta iniciativa da CGTP; ou seja, na página da rede social pertencente ao organismo público  neste caso de um município. Sabemos que em municípios de localidades pequenas há tendência a confundir quem gere a autarquia se são: os eleitos designados pelo partido ou o partido que conseguiu eleger através do voto as suas marionetas. A promiscuidade é lantente e que aos olhos da maioria dos munícipes é aceite com muita normalidade. Mas, não é ético o Estado trabalhar gratuitamente para os partidos e sindicatos. 

As páginas das redes sociais institucionais bem como a utilização de equipamentos tecnológicos (fotocopiadoras, por exemplos) ou os serviços prestados pelos funcionários públicos nos seus  horários laborais não podem estar ao serviço dos partidos e sindicatos que deverão recorrer aos seus próprios meios de comunicação.

Por acaso estão atentos à forma como o vosso município comunica a sua actividade política e vos informa a gestão diária da localidade onde reside e paga impostos? Também encontraram nos meios digitais esta ilegitimidade de privilegiar "os seus pares" com o intuito de fazer campanha eleitoral de forma a beneficiar os interesses partidários e sindicais? 

O Serviço Nacional de Saúde está à deriva, é necessário fazer finca-pé à gestão desastrosa que o Primeiro-Ministro António Costa tem levado a cabo nos seus Governos,  todavia o cidadão é que deve liderar a contestação, livre de bengalas. As bengalas têm sido as pás que escavam o buraco cada vez mais fundo, onde estamos como morcegos sem ver a luz do dia.

 

 

 

 

 

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