O Humanismo nunca vence guerras. Perde-as sempre. Dizem que Trotsky chegou a proferir esta constatação. Imaginem, Trotsky, que andou a semear a dor, o medo, a tortura sempre dentro do seu comboio blindado comandando o seu exército vermelho. O Humanismo perante a (...)
"(...) toda a guerra não passava dum mercado, sem honra, sem orgulho, sem heroísmo. Exibiam-se os seus horrores para justificar a sua duração. Mas nada havia por detrás dos mortos – eles não existiam na memória dos sobreviventes, correspondiam a uma terapia de (...)
“(…)Língua3 aos teus esquecida”: no passado a língua espanhola era a grande ameaça à Língua Portuguesa, porém sobreviveu. Presentemente, o novo acordo ortográfico revela-se como a maior prova de fogo que a nossa Língua Portuguesa tem encarado. Será que vai (...)