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Perspectivas & Olhares na planície

Perspectivas & Olhares na planície

Qui | 26.10.17

P&O Curtas (51): Vamos ver se vamos ter um melhor comboio...

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Paulo Arsénio reconhece este como um problema grave e revela que a Câmara vai atuar junto da CP e das Infraestruturas de Portugal. Reconhecendo que a eletrificação da linha férrea não será para breve afirma contudo, que é preciso substituir o material circulante e que o facto, do Executivo que lidera ser da “mesma cor” do Governo não vai impedir que a pressão sobre a concretização destas reivindicações seja exercida.

Recorde-se que na notícia efetuada esta semana pela Voz da Planície, o Gabinete de Comunicação da CP reconhece que a supressão de horários, a substituição do comboio por autocarros e os atrasos constantes devem-se ao facto, do trajeto Beja/Casa Branca/Beja não estar eletrificado, situação que obriga, segundo este organismo, à utilização de material circulante obsoleto, ou seja de automotoras a diesel com mais de 50 anos. O Gabinete de Comunicação da CP deixou claro, igualmente, que por tudo isto é impossível evitar supressão de horários e atrasos na circulação de comboios. Fonte: Rádio Voz da Planície

 

Pode interessar a leitura:

 

Qui | 26.10.17

P&O Curtas (50): IPBeja já tem presidente, finalmente!

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O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, homologou a eleição de João Paulo Trindade como Presidente do Instituto Politécnico de Beja (IPBeja).
O despacho foi publicado esta terça-feira em Diário da Republica.
O Ministro sustenta a decisão no parecer da Secretária-Geral da Educação e Ciência, para quem “estão satisfeitos os requisitos previstos na lei, nos Estatutos do Instituto Politécnico de Beja e no respectivo Regulamento Eleitoral, para homologação da referida eleição”.
Por terra cai o recurso devido a alegadas irregularidades na eleição do novo presidente do IPBeja.

Ler o resto da notícia: Rádio Pax

Ter | 24.10.17

P&O Curtas (49): Ministério Público a investigar destruição de património...

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... Ponte romana e sítios arqueológicos destruídos para plantar amendoal

A empresa de capitais espanhóis De Prado Portugal S. A. arrasou, entre Abril e Agosto, quase duas dezenas de sítios arqueológicos, que estavam devidamente assinalados no Plano Director Municipal de Beja. Uma área com cerca de 3 mil hectares onde será plantado amendoal, situada a seis quilómetros da capital do Baixo Alentejo, mesmo junto ao IP8. In Jornal Público

Ler notícia aqui

Ter | 24.10.17

P&O Curtas (48): Regadio no Baixo Alentejo já se praticava há cinco mil anos?

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Parece que sim, segundo notícia no Público:

É apenas uma hipótese. No entanto, há quem advogue que há cerca de 5 mil anos já havia culturas regadas junto à vila de Ferreira do Alentejo. A arqueóloga Filipa Rodrigues, que entre 2008 e 2010 efectuou escavações arqueológicas em Porto Torrão, localizado na periferia da vila alentejana, destacou o papel desta comunidade no espaço agrário e na economia alimentar no território hoje abrangido pelo Baixo Alentejo, durante a Pré-História recente. Ler o resto da notícia aqui

 

Sab | 21.10.17

Rescaldo Autárquicas 2017: Não precisou do IKEA, mas de uma empresa de mudanças...

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João Rocha assegurou que “Beja está em mudança”. O candidato adiantou que tem “uma estratégia e um projecto de desenvolvimento” para o concelho.

O actual presidente da Câmara de Beja prometeu para breve um balanço do actual mandato. Para o futuro, se for reeleito, João Rocha promete um concelho de “progresso e modernidade”.

Fonte: Rádio Pax

 

Afinal, o João Rocha precisa é de uma empresa de mudanças:

A CDU, através da recandidatura do actual presidente, o histórico autarca comunista João Rocha, alcançou 37,61%, perdeu a câmara e passou a segunda força política, elegendo três vereadores. (in Sábado)

Para o ajudar e como não quero que lhe falte nada aqui tem o contacto de uma empresa de mudanças:

Mudasul Unipessol Lda (Beja (Santiago Maior e São João Baptista))

 
Esta informação está correcta?
Sou o responsável da empresa
 
R Horta Tanque 1, Beja
7800-449 BEJA
917 200 784
Sab | 21.10.17

Constança caiu e Costa ficou...

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"(...) _ Não acha que os eucaliptos são árvores perigosas? (...)"

Caminho como uma casa em chamas, António Lobo Antunes

 

Quando tudo ardeu dramaticamente em Portugal por duas vezes: pessoas, animais, casas, florestas, culminou numa única baixa ministerial. O Primeiro-Ministro António Costa aquando da primeira tragédia, em Pedrogão Grande, repetiu várias vezes que uma tragédia com 65 pessoas ceifadas pelos incêndios florestais não poderia voltar a acontecer com esta mortandade. A maioria dos portugueses deu-lhe o benefício da dúvida. Mais do que pedir desculpas,