31 de Maio de 2017

 prova do eleitoralismo

O investigadores analisaram o saldo orçamental na gestão feita por presidentes com experiência e sem limitação para concorrer às eleições seguintes, concluindo que em anos eleitorais despesa aumenta 9,9% acima do crescimento médio da receita em torno dos 3,1%, excluindo passivos financeiros. Subiram os gastos com pessoal (mais 10,1%) as despesas de investimento (mais 14,5%) face a anos não eleitorais, diminuindo receitas fiscais em 7,1%.

Pormenor importante, esta quebra de impostos cobrados é compensada por dinheiros transferido pelo Estado em anos eleitorais (mais 9,6% que em anos não eleitorais), à margem das transferências das participações dos municipais nos impostos do Estado.

Fonte: RR

 

publicado por /i. às 12:52
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